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As datas agora são oficiais: de acordo com a Konani, Pro Evolution Soccer 2013 estará disponível no Brasil para PS3 e 360 a partir de 28 de setembro. A informação foi confirmada pela companhia em um comunicado à imprensa.
São poucos dias de atraso em relação aos outros locais: nos Estados Unidos, o lançamento é no dia 25 do mesmo mês, enquanto na Europa o game sai uma semana antes, no dia 21. As outras plataformas devem ser lançadas por aqui logo na sequência, mas a empresa ainda não revelou as datas oficiais.
Vale lembrar que um dos destaques da edição deste ano é justamente a presença de times brasileiros em uma liga, totalizando 20 times devidamente regularizados.

Quem já jogou online com o uso de headsets (fones de ouvido com microfone embutido) sabe como é boa a experiência de se comunicar com quem está controlando outros personagens. Você pode utilizar qualquer marca desses acessórios, mas a Sony conta tem uma linha oficial – e um desses produtos já tem data para chegar ao Brasil.
De acordo com o Playstation Blog, o Headset Stereo da empresa, que você confere acima, chega em novembro nas lojas oficiais ou revendedoras da Sony. O preço ainda não foi divulgado e o uso dele é apenas para o PS3.
O acessório é exclusivamente com fios e promete uma revolução em termos sonoros, com som Surround Virtual 7.1 (sem que o áudio vaze para o exterior), microfone retrátil com diminuição de ruído, fone acolchoado e um cabo de cinco metros.

  South Park é uma das séries animadas de maior sucesso no mundo. O desenho é ácido, politicamente incorreto, cruel e muito, mas muito engraçado. E como toda franquia televisiva de sucesso, é claro que já ganhou ao menos uma versão para os games.
South Park: The Stick of Truth é o título para os consoles da sétima geração que abusa da verossimilhança com o desenho na TV. E essa fidelidade tem um bom motivo: os criadores da série, Trey Parker e Matt Stone, foram pessoalmente até a desenvolvedora Obisidian Entertainment para criarem o game que eles sempre quiseram.
O jogo é do gênero RPG e os gamers assumem o papel de um garoto recém-chegado na cidade. Como qualquer jovem, um de seus principais objetivos é ser aceito pelos outros meninos (e meninas) — o que consiste em um dos objetivos principais do game.
Como qualquer outro RPG, o jogador pode escolher entre classes de batalha e acumular pontos de experiência para passar níveis. South Park: The Game tem vários elementos comuns aos Role Playing Games personalizados à moda da série. Por exemplo, o item de cura, normalmente uma poção, é uma garrafa de refrigerante.

BioShock: Infinite é o terceiro jogo da série homônima produzida pela Irrational Games. O título mantém as características estrurais de seus antecessores, sendo um FPS com forte foco no enredo. Contudo, existem muitas diferenças que dão novos ares a Infinite. Uma delas é o próprio ambiente. Em vez das profundezas do oceano, o terceiro game coloca o jogador em uma utópica cidade flutuante.
Você encarna Booker DeWitt, um agente da Pinkerton que é famoso por conseguir dar um jeito em qualquer coisa, se o preço agradar. Durante um dia ordinário em seu “escritório”, um quarto sujo sob um bar de Manhattan, surge um misterioso homem trazendo uma nova missão para DeWitt: resgatar uma moça chamada Elizabeth. Posteriormente, você descobre que a vítima está em Columbia, a lendária cidade que flutua sobre as nuvens.
Elizabeth possui poderes misteriosos que a tornam uma figura extremamente procurada em Columbia. Como se não bastasse, DeWitt também descobre que possui habilidades extraordinárias. Durante o jogo você deve combinar seus movimentos com os de Elizabeth, gerando ataques e ações realmente poderosas e indispensáveis para sua jornada.
O jogo traz uma boa variedade de eventos em sua trama, com direito até mesmo a um novo vilão marcante: o xenofóbico Salton Stall. Falando em NPCs, Infinite traz uma boa interação com os personagens não controlados pelo jogador, gerando comportamentos inusitados.

Aliens: Colonial Marines é um jogo de tiro em primeira pessoa (FPS) inspirado nos personagens do filme Aliens 2 (de 1986) dirigido por James Cameron.

Desta vez o jogador encarna na pele de um Colonial Marine — uma divisão especial do exército estadunidense responsável por ações militares em regiões fora do planeta Terra. Você assume o papel de um recruta recém alocado a um esquadrão que deve investigar o desaparecimento da astronave Sulaco (vista no segundo filme da série Aliens).

O jogo recria muitos ambientes do filme, bem como objetos e armas utilizadas ao longo dos quatro filmes da franquia estrelada pela tenente Ellen Ripley e as criaturas mais perigosas de todo o universo.

Posted by $$Coringa$$ On 19:33 0 comentários

Uma das maiores surpresas da E3 foi, sem sombra de dúvidas, o anúncio de Tom Clancy's Splinter Cell Blacklist.O game não só traz aos consoles a popular saga de Sam Fisher, mas também faz isso de maneira incrível, seja em termos de mecânicas possíveis quanto visualmente falando. Tanto que, na recente demonstração de jogabilidade divulgada pela Ubisoft na última semana, são os gráficos que chamam a nossa atenção.
Mas será que você foi capaz de perceber tudo?

Preciosismo visual
Esse cuidado é percebido logo de início, quando o personagem sai de uma tenda e encontra uma base militar no meio de uma zona montanhosa. Nesses primeiros segundos de jogo já é possível ter uma ideia do que a desenvolvedora francesa preparou para os fãs, criando uma ambientação realmente cheia de detalhes, incluindo em elementos de fora da cena. É o caso da profundidade do cenário, que traz uma construção geográfica consideravelmente complexa.

Os efeitos de iluminação também chamam a atenção, principalmente quando a câmera encara uma fonte de luz — o sol, no caso — e temos uma resposta imediata para isso. A utilização das sombras também está muito bem feita e responde com perfeição ao movimento do personagem. E levando em conta que se trata de um game conhecido pelas características stealth, essa característica pode ser muito útil.

E por falar em furtividade, não podemos deixar de citar os icônicos óculos do protagonista. Em Blacklist, ele será tão utilizado quanto nunca, principalmente se você adotar o estilo apresentado no trailer, ou seja, o “modo fantasma”. Como pode ser visto, ele traz uma forma diferenciada de ver o mundo — muito semelhante com o Detective Mode da série Batman — que permite a localização de inimigos mesmo através de paredes e outros obstáculos. Ainda que não mude nada graficamente, o efeito aplicado funciona, principalmente para criar a sensação de distância e profundidade necessária para elaborar estretégias.

Outro ponto que chama a atenção neste novo Splinter Cell é a semelhança que a jogabilidade traz com a série Assassin’s Creed. Contudo, isso não está presente apenas no fato de que Sam Fisher se pendura em prédios como um descendente de Altaïr, mas na própria forma com que a Ubisoft trabalhou com os cenários.
Tanto na série dos assassinos quanto em Blacklist, podemos perceber que o estúdio se preocupou em dar vida a um ambiente extremamente realista, repleto de detalhes que normalmente ficam de fora dos jogos. Enquanto as pequenas varandas dos prédios aparecem por conta de sua nova utilidade, a inserção de outros detalhes — como a própria parte geográfica da região ou a forma com que essas casas são construídas — vem apenas para enriquecer a ambientação.

Ainda com problemas
Isso não quer dizer, porém, que Tom Clancy’s Splinter Cell: Blacklist está isento de seus problemas. Ok, sabemos que o vídeo de demonstração divulgado pela Ubisoft ainda está em seu estágio inicial de desenvolvimento — o chamado Pré-Alfa —, mas não podemos deixar de notar que, por mais que o estúdio queira deixar tudo muito bem detalhado, ainda restam algumas arestas a serem aparadas.

Prova disso é que, em diversos pontos do cenário, ainda há muita coisa chapada. Na imagem acima, por exemplo, isso fica bem claro, já que as texturas da árvore e do latão não convencem em momento algum. É quase como se os elementos de ferrugem e relevo fossem pintados sobre uma superfície lisa.
Ainda nessa cena, temos o erro sendo novamente repetido no pequeno muro. Enquanto a parte superior consegue criar a sensação de que as pedras estão ali, o bloco à frente de Fisher não mantém o mesmo desempenho. Por mais que as rochas estejam desenhadas, elas não passam de uma ilustração que simula a tridimensionalidade. Isso se repete em vários outros pontos da demonstração.

Outro erro que aparece na demonstração está na cena em que o herói tenta entrar em uma tenda. Ao passar pela cortina, sua cabeça simplesmente atravessa o pano, como se ele não existisse. Isso é rapidamente corrigido em seguida, mas deixa claro que, ainda assim, Blacklist sofre com alguns problemas de clipping — o que pode ser terrível em um jogo de stealth em que boa parte do tempo é preciso estar encostado em alguma parede ou outro tipo de superfície.
O que esperar?
Ainda é muito cedo para falar qualquer coisa definitiva sobre Tom Clancy’s Splinter Cell: Blacklist. Mesmo com alguns defeitos gráficos menores, é preciso lembrar que falta um bom tempo para seu lançamento, o que dá à Ubisoft tempo de sobra para consertar essas falhas.
Além disso, levando em consideração que os acertos permanecerão no game, só nos resta esperar por algo realmente grandioso e que vai empolgar os fãs da saga de muitas formas, seja com armas ou com os olhos.



Forza Horizon (XBOX-360)

Posted by $$Coringa$$ On 19:03 0 comentários

Forza Horizon é o mais novo capítulo da franquia. O título, agora produzido pelos estúdios Playground Games, quer se reinventar. Dessa vez, as corridas saíram das pistas fechadas e passaram para um mundo aberto, com uma grande variedade de caminhos disponíveis, incluindo atalhos e estradas de chão.
Toda a trama do game, que agora possui personagens animados, se passa em torno do festival Horizon, que acontece no Colorado, nos Estados Unidos. O evento que mistura música com carros de alta velocidade procura reunir o maior número de amantes de automobilismo da região.
As paisagens do game incluem ambientes grandes e abertos e os jogadores podem optar por traçar as suas rotas particulares, além de enfrentarem o tráfego de automóveis nas rodovias. O principal atrativo da série, que são os controles precisos, também não ficou de fora dessa versão. O estilo de jogo continua sendo a simulação.